AMÉRICA
América dei-te tudo e agora não sou nada
América dois dólares e vinte e sete cêntimos em 17 de Fevereiro de 1956
Não aguento a minha própria mente
América quando poremos fim à guerra entre os homens?
Vai-te lixar com a tua bomba atómica.
Não me sinto nada satisfeito não me chateies.
Não vou escrever o meu poema enquanto não estiver perfeitamente equilibrado.
América quando seras tu angélica?
Quando é que te despes?
Quando é que olharás para ti através do sepulcro?
Quando é que serás digna do teu milhão de trotzkistas?
América porque estão as tuas bibliotecas cheias de lágrimas?
América quando é que enviarás os teus ovos para a Índia?
Estou farto das tuas exigências loucas.
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América dois dólares e vinte e sete cêntimos em 17 de Fevereiro de 1956
Não aguento a minha própria mente
América quando poremos fim à guerra entre os homens?
Vai-te lixar com a tua bomba atómica.
Não me sinto nada satisfeito não me chateies.
Não vou escrever o meu poema enquanto não estiver perfeitamente equilibrado.
América quando seras tu angélica?
Quando é que te despes?
Quando é que olharás para ti através do sepulcro?
Quando é que serás digna do teu milhão de trotzkistas?
América porque estão as tuas bibliotecas cheias de lágrimas?
América quando é que enviarás os teus ovos para a Índia?
Estou farto das tuas exigências loucas.
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