A morte de Cunhal foi um fartar vilanagem de boas e más práticas jornalísticas.
Nas boas incluo a reposição de alguns documentários históricos sobre a nossa história contemprânea. Nas más a extensão á cobertura jornalística do funeral das técnicas já ensaiadas com desastres, acidentes rodoviários, crimes, fogos , pedofilia e etc e tal. Como refere o Abrupto desde invenções como " canta-se aInternacional Socialista" ,canta-se o Avante, até à transmissão acéfala da mitologia do PCP viu-se tudo.
A última, esta noite foi o branqueamento da posição de Cunhal relativamente á Checolováqia com militantes do PCP a afirmarem que a posição do PCP foi tomada à revelia do próprio Cunhal pelo CC no interior. Brada aos céus!!!!
E finalmente a descrição da participação de Cunhal no 25 de Novembro como salvador da guerra civil não embarcando nos aventureirismos da extrema esquerda.
Já não nos chegavam as edições literárias do Cunhal a reescrever a sua própria biografia ficionada agora temos a ficção funerária da nossa TV